Estratégia do Republicanos
Entre os nomes que ganharam projeção no Republicanos no Vale do Paraíba e Litoral Norte, Guilherme Bueno teve destaque. À frente da coordenação regional da campanha, foi peça importante na mobilização dos candidatos, oferecendo suporte material, orientação estratégica e articulação política. Enquanto muitos disputavam os holofotes, Guilherme trabalhava para fazer a engrenagem eleitoral funcionar. Terminada a eleição, fica a percepção de que o partido conta com um articulador que vai além das urnas. Na política, candidatos aparecem; estrategistas competentes deixam sua marca!
Confessionário
Comenta-se pelos corredores da municipalidade de Lorena que a campanha eleitoral deixou histórias para serem contadas em verso e prosa, especialmente a do prefeito Sylvinho Ballerini, que teria convocado individualmente seus comissionados para uma espécie de prestação de contas, com direito a avaliação de desempenho e nota final. Pelo que se cochicha, poucos saíram sorrindo do confessionário. A maioria teria deixado a sala com uma pulga atrás da orelha e a desconfiança de que o próximo convite poderá vir do RH. Afinal, na política, tem confissão que não garante absolvição!
Prestação de contas
Corre na boca pequena que um dos candidatos da região pode enfrentar serias complicações na prestação de contas de sua campanha na Justiça Eleitoral, principalmente com relação as notas de custo de campanha pagas com recurso do fundo partidário, emitidas para sua própria assessoria…
Cronômetro disparado
A corrida pela reeleição começou antes mesmo de a poeira da última eleição baixar. Entre prefeitos que precisam consolidar seus governos, antecessores que ainda sonham com a volta e novos personagens de olho no poder, o tabuleiro de 2028 promete emoções. E, como dizem os mais experientes, quem demora a olhar para o relógio pode descobrir que o tempo político corre mais depressa que o calendário.
Muita calma nessa hora
Enquanto a oposição reclama da falta de novidades, Júnior Filippo parece apostar na velha lógica da engenharia: primeiro o projeto, depois a obra. O problema dos adversários é que, se o Coronelzinho conseguir transformar planejamento em entregas, poderá chegar a 2028 com o canteiro de obras cheio e o discurso oposicionista precisando de reforma.
Bota-fora…
A presidente da Câmara de Guará, Rosa Filippo (PSD), promoveu um verdadeiro “bota-fora” de bens patrimoniais, devolvendo à Prefeitura móveis, equipamentos e outros itens avaliados em R$ 71.150,40. O ato contou com a presença do prefeito Júnior Filippo (PSD) e seguiu os trâmites legais. Mas, pelo que se ouviu na Praça, a explicação mais espirituosa foi outra: com sede nova, não pegaria bem manter a mobília antiga. Afinal, casa nova pede roupa nova. E o que não combina com o Legislativo acaba voltando para o Executivo!
Milagre nas urnas?
Na terra da Padroeira, Zé Louquinho sabe que reeleição não se conquista apenas com fé e simpatia. O desafio é transformar popularidade em resultados que resistam ao julgamento das urnas. Afinal, na política de Aparecida, até os mais devotos sabem que milagre eleitoral também exige o que o Zé está fazendo: consturando com habilidade alianças com as lideranças do bem e trabalho de segunda a domingo.
O tamanho da sombra
O desafio de Tanaka não será apenas administrar Potim, mas construir uma marca política capaz de sobreviver às comparações com administrações anteriores. Nos círculos políticos, a pergunta já circula: chegará a 2028 como dono do próprio capital eleitoral ou ainda terá de explicar quem realmente manda no tabuleiro?
Cidade pequena…
…ambição grande O calendário eleitoral ainda parece distante, mas Gustavo sabe que, em Canas, qualquer movimento administrativo ganha rapidamente interpretação política. Com eleitorado reduzido e adversários sempre atentos, não há muito espaço para tropeços. Por lá, até conversa de esquina pode virar pesquisa eleitoral sem margem de erro.
Saco de pancadas
Apanhar da oposição já virou rotina para Breno Anaya, que governa Cachoeira Paulista entre cobranças da Câmara, dificuldades herdadas e adversários de olho em 2028. O detalhe é que, enquanto uns gastam munição tentando derrubá-lo, outros parecem esquecer de construir uma candidatura competitiva. Se o prefeito sobreviver ao bombardeio, poderá descobrir que seus maiores cabos eleitorais foram justamente os inimigos.
Reeleição ou mudança…
…de endereço? Com a máquina administrativa de Silveiras funcionando e a oposição ainda procurando um discurso convincente, Edson Mota parece ter uma preocupação diferente: decidir se disputa a reeleição ou volta a mirar Cachoeira Paulista. Nos meios políticos, as apostas se dividem: Edson continuará cuidando do próprio quintal ou atravessa a cerca, quer dizer, a divisa. Acreditam que isto seria como sair do sul para o nordeste.
Os três lados da política
Para quem não mede a política pelos babados das redes, Caraguatatuba está dividida em três grupos: os que fazem as coisas acontecerem — ou pelo menos se esforçam; os que criticam e terceirizam para a turma do “quanto pior, melhor” a criação das narrativas; e os mais calculistas, hoje no modo silêncio, esperando para ver quem sobrevive para a próxima pré-campanha. Estes últimos não querem aparecer agora — preferem descobrir primeiro de quem tentarão tomar o poder em 2028.
A guerra do desgaste
Entre entregas administrativas e uma oposição que não lhe concede sequer um intervalo para respirar, Mateus Silva já percebeu que a disputa de 2028 em Caraguatatuba será travada muito antes das convenções. Os adversários apostam no desgaste; o prefeito, na capacidade de apresentar resultados. A ironia é que, enquanto uns trabalham para impedir sua reeleição, outros podem acabar fazendo propaganda gratuita de cada obra entregue. Na política, até tiro pela culatra conta ponto.
Fogo amigo na retrovisão
O maior desafio de Kleber Silveira em Cruzeiro pode não estar na oposição tradicional, mas justamente na sombra de seu antecessor — que atende por Thales Gabriel —, que poderá alimentar expectativas de retorno ao poder. Enquanto os dois lados medem forças, outros pretendentes observam a disputa com interesse. Afinal, se Kleber gastar energia demais olhando pelo retrovisor, alguém pode aproveitar a distração para ultrapassá-lo pela direita.
Edital de praça
Ex-vereador e ex-candidato a prefeito de Cruzeiro, Diego Miranda resolveu fazer das urnas uma vitrine política. Ao comemorar os 1.103 votos de Paulo Alexandre Barbosa e os 597 de Rui Alves na cidade, aproveitou para mostrar que continua em campo e com os olhos voltados para 2028. Embora os números locais não sejam exatamente uma demonstração de força eleitoral, o recado foi dado: pretende continuar no jogo. Resta saber se os adversários entenderam como ameaça ou apenas como aviso de que Diego ainda não pendurou as chuteiras.
Herança com juros
A reeleição de Reinaldinho em São Sebastião também poderá passar pelo confronto com forças políticas ligadas à administração anterior. O prefeito terá de provar que conseguiu imprimir sua marca, enquanto adversários apostam no desgaste natural de quem ocupa a cadeira. E, se a briga virar uma disputa interminável sobre quem fez mais ou deixou de fazer, algum nome novo poderá aparecer oferecendo justamente aquilo que os dois lados esqueceram: o futuro.
A bênção do padrinho
Com o segundo mandato entrando na reta decisiva, Rominho começa a enfrentar o dilema de quem precisa escolher entre um herdeiro ou sucessor de seu trabalho em Piquete. O problema não é apenas encontrar alguém de confiança, mas descobrir quem tem votos para sustentar a continuidade. Afinal, padrinho pode até transferir prestígio, mas não existe procuração que obrigue eleitor a votar no afilhado a não ser o reconhecimento.
O Coronel vai à guerra?
Com o relógio do segundo mandato avançando, Flávia Pascoal tenta endurecer o jogo sucessório em Ubatuba, enquanto postulantes já declarados se movimentam sem pedir licença. A aposta da prefeita seria convencer seu vice, Coronel Custódio Barreto, a entrar na disputa. Resta saber se o militar aceitará a missão ou se Flávia terá de enfrentar uma guerra eleitoral sem conseguir escalar seu comandante preferido.
A conta chegou à presidência
O ex-vereador Marciano continua tirando o sono da Câmara de Cruzeiro. Desta vez, protocolou pedido de investigação contra o próprio presidente, Paulo Felipe, questionando os gastos com a solenidade de posse do atual Legislativo. Segundo Marciano, a Câmara tinha estrutura para realizar o evento a custo zero, mas preferiu abrir os cofres públicos. Agora, Paulo Felipe terá de enfrentar o desgaste político e explicar a conta. Nos corredores, a ironia já circula: a festa foi de posse, mas a ressaca pode ser de prestação de contas!
Saúde 24 horas
O prefeito Ricardo Piorino, ao lado da secretária de Saúde Andreia, anunciou uma novidade de peso para a populosa Zona Leste de Pindamonhangaba: a Unidade Mista do Cidade Nova passa a funcionar 24 horas, a partir deste sábado, com atendimento clínico, urgência e Raio-X. Além de ampliar a assistência à população, a medida rende dividendos políticos ao governo. Afinal, enquanto a oposição procura motivos para criticar, Piorino entrega um serviço que não fecha nem de madrugada!
O coringa entrou em campo
O forte temporal que castigou Lorena no último fim de semana, com árvores caídas, alagamentos e transtornos, colocou à prova a capacidade de reação da Prefeitura. E quem apareceu na linha de frente foi Lucas Mulinari, secretário de Serviços Urbanos, mobilizando equipes para desobstruir vias e restabelecer a mobilidade. A resposta rápida não passou despercebida pela população. Nos meios políticos, Lucas vai consolidando a imagem de coringa da administração Sylvio Ballerini: daqueles que, quando a situação aperta, são chamados para resolver, não para explicar!
Recado pelo rádio
A presidente da Câmara de Aparecida, Gabi do Postinho, e o vereador Gu Castro participaram do Atos no Rádio desta quarta-feira. Entre os assuntos, a reorganização administrativa do Legislativo, a atualização da Lei Orgânica e pendências judiciais. Mas foi ao falar da cidade que Gabi deixou alguns recados ao governo Zé Louquinho, apontando deficiências no acolhimento aos turistas, na zeladoria e nas condições das ruas.
Gu Castro lamentou a região continuar sem representação política própria após as eleições. Pelo visto, em Aparecida não faltam assuntos para o Legislativo discutir. Alguns, inclusive, deveriam estar
na agenda de prioridades da Prefeitura.
Contagem regressíva
Para o 2º turno 11 dias, e 717 para as municipais de 2028!!!
Por Eder Billota




