A Câmara de Aparecida encerrou de forma unilateral o contrato com duas empresas prestadoras de serviço, acusadas de não pagar os salários aos funcionários que trabalhavam no Legislativo. Seis terceirizados ficaram sem rendimentos e em rescisão indireta porque as empresas sumiram.
Segundo a Câmara, as empresas Koluna, que prestava serviço de copa e a Expectativa, de segurança não armada, estavam atrasando os pagamentos e não recolhendo o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) dos funcionários. Elas foram notificadas pelo setor financeiro e acabaram abandonando os funcionários.
Todos os empregados terceirizados entraram com pedido de rescisão indireta. Os quatro profissionais da Expectativa já acionaram a Justiça do Trabalho e os dois funcionários da Koluna estão sendo orientados a fazer o mesmo.
A presidente do Legislativo, Liliane Gabriele dos Santos, a Gabi do Postinho (PSD), informou que já foi aberta uma nova licitação para contratação de novas empresas prestadoras de serviço. “Nós tomamos todas as medidas necessárias para a contratação das novas empresas, inclusive com a apresentação da documentação correta, como comprovante de endereço e a comprovação do recolhimento do FGTS”.
O contrato com a empresa de segurança tinha custo anual de R$ 183 mil e o da empresa de copa de R$ R$ 88 mil.
Por Andréa Moroni
Aparecida





