sexta-feira, abril 3, 2026
InícioPolítica a Conta-GotasPolítica a conta-gotas

Política a conta-gotas

- Anúncio -
Google search engine
- Anúncio -
Google search engine
Tempo de leitura: 5 min

Cardápio aberto

A exoneração na Secretaria da Mulher de Lorena não ficou só na canetada — virou disputa de bastidor no entorno de Sylvinho.
Grupos que orbitam o prefeito já começaram a brigar pela indicação da próxima titular, e o clima nos corredores é de prévia antecipada.

Nos cochichos “atrás da porta”, falam em pelo menos cinco nomes no cardápio.
Resta saber se Ballerini vai escolher no menu… ou dar aquele truco e sacar um nome da manga.


O trapézio oficial

Em Silveiras, Edson Mota segue no alto do trapézio político: de um lado, estica a mão atrás de verbas; do outro, segura o extintor para apagar os focos de incêndio soprados pela minoria barulhenta da Câmara.
Equilíbrio fino… e sem rede.


Fogo amigo

Em Cachoeira Paulista, a oposição não se contenta em mirar o prefeito Breno Anaya — agora quer ampliar o alvo e incluir o vice no paredão político.
Pelo visto, por lá não basta desgastar… tem que tentar eliminar.


Pista livre

Em Cruzeiro, Kleber Silveira vai pavimentando sua imagem com muito corpo a corpo nas ruas, enquanto Thales Gabriel, mesmo aliado, já parece calibrar o GPS mirando a Alesp.
Um acelera na cidade… o outro testa a estrada.


Alquimia fiscal

Em Canas, Gustavo Lucena virou referência entre colegas da Amvale: mesmo com contas apertadas, entrega obra, reforma e inovação.
Tem prefeito tentando fechar a conta… e ele transformando emenda em resultado.


Vitrine estadual

Em Piquete, Rominho virou cartão de visita: em cinco anos, vende a imagem de uma nova cidade e se projeta como um dos nomes mais bem avaliados da Amvale.
Tem prefeito que administra… e tem quem vira vitrine.


Sucessão valiosa

Em Lorena, Sylvinho Ballerini consolida o título de “embaixador da empregabilidade”, atraindo empresas e formando mão de obra.
Com o orçamento turbinado, sua sucessão já virou prêmio disputado — e não vai faltar candidato querendo herdar esse cofre reforçado.


Inimigo íntimo

Em Guará, Junior Filippo ainda tenta descobrir se o maior número de adversários está fora ou dentro do governo.
Porque pelos corredores do Paço tem brilho que engana… e silêncio que fala alto.


Freio político

Em Aparecida, Zé Louquinho corre para fazer a máquina andar, mas a Câmara insiste em puxar o freio.
Ali o problema não é falta de ação… é excesso de votação travando tudo.


Caldeirão eleitoral

Em Potim, o alerta de 2028 já piscou no painel de Emerson Tanaka. Enquanto o prefeito corre para tirar do papel promessas antigas e novas — cercado por soldados que ainda estão procurando o mapa da cidade — a Câmara vê Luiz Roberto ganhar musculatura na presidência, mais do que “com o Pastelão”.
Ah! A ex-prefeita Erica está tentando mexer o caldeirão à distância. Receita pronta… só falta saber quem vai servir o prato.


Barulho x Entrega

Em Pinda, Ricardo Piorino acelera entregas em todas as áreas, mas sabe que o desafio não está nas ruas — e sim no plenário.
Enquanto a base segura o rojão, a oposição segue forte… no barulho.


Fogo cruzado

Em Caraguatatuba, Mateus Silva governa sob artilharia de todos os lados: parte da Câmara, aliados do passado e até vizinho em modo “oposição passional”.
Administrar virou quase exercício de sobrevivência política.


Olho vivo

Em São Sebastião, Reinaldinho governa sob dupla vigilância: de um lado, o ex-prefeito com megafone na mão; do outro, exonerados com saudade do crachá.
Tem mais gente de olho no governo do que dentro dele.


Plano B

Em Ilhabela, com a política familiar entrando na contagem regressiva, um mandato de deputado surge como alternativa estratégica para manter o jogo em casa.
Quando o tempo aperta… o plano muda.


Verbo x Verba

Em Ubatuba, Flávia Pascoal aparece com fôlego para fazer a sucessão, enquanto a oposição segue rica em discurso… e pobre em estrutura.
No fim, eleição não se ganha só no verbo.


Indigestão política

A oposição de Pinda até ensaiou abrir a boca… mas teve que engolir seco.
O anúncio de 150 moradias com carimbo do Governo do Estado — e respaldo de Tarcísio e André do Prado — caiu como aquele prato que não dá pra recusar. Criticar como, se tem eleitor olhando e chave na porta no horizonte?
Resultado: silêncio constrangedor e cara de quem não gostou… mas vai ter que aplaudir.


Ritmo indigesto

Piorino parece ter encontrado a fórmula: enquanto a oposição levanta polêmica, ele responde com obra.
Mal termina um barulho, já vem outro anúncio — e dos grandes.
No jogo político de Pinda, tem gente tentando criar crise… e o prefeito entregando notícia boa em série. Desse jeito, o estoque de críticas vai acabando — e o de dor de cotovelo só aumenta.


Receita e pressão

Em Caraguá, a vereadora Dra. Lalá resolveu passar um pente-fino no contrato da saúde e não gostou do que encontrou.
Em entrevista, apontou que especialidades previstas simplesmente não estariam chegando ao paciente como deveriam. Disse que vem cobrando tanto a OS quanto a Prefeitura sobre o cumprimento do contrato — justamente a mesma OS que entrou para substituir outra que também deixava a desejar.
E subiu o tom ao receitar mudança no secretariado. Pelo diagnóstico, trocaram o remédio… mas o paciente continua reclamando.


Pressão do Turismo

Em Caraguatatuba, o setor hoteleiro começou a se movimentar de forma mais organizada. Representantes da Associação de Hotéis e Pousadas (AHP) foram até o presidente da Câmara, Antonio Carlos Junior, levando uma pauta que mistura preocupação e cobrança: calendário oficial de eventos, fortalecimento do turismo de um dia e impactos da interdição da serra.

O recado foi dado — e com protocolo a caminho. A ideia agora é chegar ao prefeito Mateus Silva e à Secretaria de Turismo já com o respaldo do Legislativo.
Nos bastidores, o setor quer mais do que diálogo… quer garantia de que o turismo não vai pagar a conta sozinho.


Nome em alta

A participação de Renata Carvalho, COO da rede Mega Farma, no Atos no Rádio desta semana reforçou o que muita gente já vinha percebendo nos bastidores: seu nome ganhou densidade para além do mundo empresarial.

De cirurgiã-dentista a empresária, ela equilibra a rotina entre família, gestão, estudos, escrita e atuação em organizações — com destaque para pautas ligadas às mulheres —, influenciando de forma crescente seu círculo de convivência.

Com baixa rejeição apontada em sondagens de 2024, virou alvo natural do assédio político. Sem negar os convites, Renata adota cautela: reconhece a importância de contribuir com a sociedade, mas avalia que ainda não é o momento de entrar no jogo eleitoral.

Por ora, segue ampliando capital — político e social — sem precisar pedir voto. A empresária já editou dois livros e prepara o lançamento do terceiro.


Plano sem voto

Tem movimento estranho nos bastidores de Cachoeira Paulista que não passa nem perto das urnas.
A Comissão Processante contra Breno Anaya virou só a primeira etapa de um roteiro mais ambicioso: agora o alvo também seria o vice, Dr. Joaquim.

No desenho final, limpando o caminho, a cadeira cairia no colo do presidente da Câmara.
No meio disso tudo, brotam relatos de traições, acordos que viraram fumaça e votos com cotação inflacionada.
Mas deve ser coincidência… qualquer dúvida, o “Pachá” explica.


Água que apaga… e revela

A chuva que castigou Guaratinguetá nas últimas semanas levou mais do que lama: arrastou também o barulho da chamada “oposição gritante”.

Junior Filippo reagiu rápido, prestou assistência às famílias atingidas e surpreendeu até quem já preparava o discurso mais ácido.
Resultado: a onda de críticas perdeu força — foi, literalmente, por água abaixo.

Mas nem tudo secou. Nos bastidores da própria Prefeitura, o “fogo amigo” segue firme — discreto só na teoria.


Placar invertido

Enquanto a política externa de Guará ferve com os “deputáveis” em campanha antecipada, dentro da Câmara o jogo virou — e virou bonito.

O que antes parecia um confortável 7 a 3 pró-governo já começa a dar sinais de inversão nas últimas votações. Coincidência ou sintoma?

A impressão é que o “segundo elemento” ganhou musculatura e passou a ditar o ritmo do plenário.
E quando voto começa a mudar de lado, raramente é por acaso.

- Anúncio -
Google search engine
RELATED ARTICLES
- Advertisment -
Google search engine

Mais Popular

Comentários Recentes