sexta-feira, abril 3, 2026
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Câmara de Cachoeira aprova processante contra Breno Anaya

Prefeito garante que defesa vai comprovar que não houve crime no repasse para show de cantora na Canção Nova

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Tempo de leitura: 2 min

Os vereadores de Cachoeira Paulista aprovaram, na sessão da última terça-feira (10), o recebimento da denúncia, com pedido de cassação do prefeito Breno Anaya (PL). Foram dez votos a favor da investigação e dois contra, dos vereadores Márcio Pita (Solidariedade) e Léo Fênix (PL).

A denúncia apresentada pelo vereador Michel do Xandão (PP) foi fundamentada no decreto-lei 201/67, por suposta infração político administrativa, pelo pagamento de R$ 110 mil para o show da cantora Eliana Ribeiro, na Canção Nova.

Dedé da Vila, suplente de Michel do Xandão, o substituiu na votação. Após a votação, foram sorteados para compor a Comissão Especial Processante os vereadores Tia Dani (Republicanos) como presidente, Carlinhos do Gesso (Podemos) como relator e Léo Fênix (PL), que será membro. A comissão tem noventa dias para apresentar o relatório sobre o caso.

O pagamento de R$ 110 mil foi repassado para o evento “Congresso a Virgem Maria Consagra-te”, realizado de 20 a 22 de fevereiro, na Comunidade Canção Nova. “Eu não tenho nada contra a Canção Nova, nem contra a Eliana Ribeiro, mas é uma irresponsabilidade o prefeito sacar um valor de R$ 110 mil do Tesouro Municipal para pagar esse show para uma entidade privada. E a cidade passando por diversas dificuldades”, explicou o vereador.

Em seu pronunciamento na tribuna, a vereadora Tia Dani afirmou que até o momento o prefeito não está sendo acusado de nada. “Toda a investigação ainda vai ser feita e a verdade vai aparecer. Eu sou uma pessoa imparcial e me comprometo com a verdade”.

Outro lado – O prefeito Breno Anaya (PP) afirmou que recebeu com tranquilidade a votação da abertura da Comissão Processante pela Câmara e que vai usar o prazo de defesa para comprovar que não cometeu nenhuma irregularidade ou ato de corrupção. “Respeito quem descorda de mim, mas é importante ressaltar que uma coisa é não concordar, outra coisa é imputar um crime que não foi cometido. Eu vou conversar com a Câmara porque respeito o legislativo e quem pensa diferente de mim, mas é importante diferenciar respeito de justiça”, salientou Anaya.

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