Na expectativa de definir o futuro da gestão da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) nível 3, a Prefeitura de Guaratinguetá abriu o processo para a contratação de uma empresa que ficará responsável pelo atendimento em caráter definitivo. O objetivo era anunciar a vencedora nesta sexta-feira (4), mas devido a um questionamento feito pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo) o processo teve de ser adiado.
Um ano após o anúncio da nova empresa gestora da UPA,Guaratinguetá espera pelo novo processo licitatório. Em setembro do ano passado, a Fundação Pio 12 (Hospital de Amor de Barretos) venceu o certame realizado em caráter emergencial com o valor de R$ 2 milhões mensais (gerando o custo de R$ 24 milhões ao ano ao município) e validade de 12 meses, período que chega ao fim no próximo dia 30. A Fundação é grupo conhecido pelo trabalho oncológico em Barretos e gestora do Hospital Frei Galvão.
O prefeito Junior Filippo (PSD) revelou que que o Tribunal de Contas achou por bem suspender o que estava programado para o anúncio da empresa vencedora nesta sexta-feira, para fazer a análise de apontamentos feitos. “Nós temos alguns dias para responder o TCE e a gente espera que o Tribunal possa liberar o quanto antes para gente dar continuidade a esse procedimento”, destacou.
O chefe do Executivo afirmou que mesmo em meio ao curto prazo para a finalização do contrato vigente, nada irá interromper os atendimentos no local. Filippo reforçou que a gestão municipal está tomando as medidas que precisam ser tomadas e informando ao TCE as informações que foram solicitadas.
“O Tribunal acabou sendo provocado por um dos licitantes que teriam interesse de participar, mas é importante dizer que é absolutamente normal esse procedimento. Toda licitação que você abre e o valor envolvido é mais significativo, é normal essa disputa de recursos para tentar paralisar”, explicou.
Fabiana Cugolo
Guaratinguetá




