Resposta em plenário
Em resposta ao barulho da oposição, a presidente da Câmara de Guará, Rosa Filippo, mostrou que não pretende travar a modernização administrativa.
O plenário aprovou 8% de reajuste para 2026, somados a 5% referentes a 2025, totalizando 13% para os servidores do Legislativo.
No pacote, também passou a regra que permite nomear diretores e chefes entre servidores de carreira ou não — decisão que arrancou protestos de Nei Carteiro.
Arrecadação seletiva
Velhos conhecidos da política regional voltaram a comentar o reaparecimento de um certo “articulador” de campanhas — figura que se apresenta como especialista em levantar recursos para candidaturas.
O problema é que, segundo relatos de quem já cruzou seu caminho, o dinheiro até aparece… mas raramente chega ao candidato.
Com um novo nome da região já na sua mira, tem gente aconselhando cautela: quando esse tipo começa a oferecer ajuda, a campanha corre o risco de arrecadar muito… e receber quase nada.
Não convidem para…
…a mesma picanha o vereador Norbertinho e o presidente da Câmara de Pinda, Marco Mayor.
Melhor não ser no mesmo churrasco — principalmente se for no Goiabal e com Mauro Júnior e Zé Maria cuidando do carvão. Tem gente jurando que a brasa política anda mais quente que a da grelha.
Torcida em silêncio
Com duas CEIs rodando na Câmara de Pinda, o entusiasmo de certa torcida parece ter esfriado.
O barulho que vinha das arquibancadas de Ana Paula Goffi e Norbertinho agora soa mais discreto… talvez esperando o VAR das investigações.
Casca de banana
Pouca gente entendeu o lance de Herivelton Vela ao empurrar o abaixo-assinado contra o IPTU e a taxa do lixo para as mãos da Sra. Goffi.
Tem vereador achando que o documento parece mais coleta de CEPs eleitorais do que mobilização popular. Ou será que Vela só preferiu não chutar a bola direto para o gol… para não escorregar numa casca de banana?
Fumaça fria
Depois do circo armado contra Ricardo Piorino por causa do IPTU e da taxa do lixo, a oposição de Pinda ainda procura um novo incêndio.
O problema é que, quando a fumaça baixou, sobrou mais figurante que bombeiro. Perguntem ao Portela, aquele que não ganhou acesso à tribuna da Câmara…
Vale ilusão
Quando o vereador Léo Fênix imaginou que ganharia destaque nas rodas políticas com o projeto que prevê vale-refeição para vereadores, o roteiro saiu do controle.
A ideia que era para render aplausos acabou virando munição para piada nos corredores da política de Cachoeira.
Fogo no parquinho
Como se não bastasse, o colega Michel do Xandão resolveu aumentar a temperatura e protocolou pedido de processante contra o prefeito Breno Anaya.
Resultado: o que era polêmica virou incêndio político — e o plenário passou de debate para ringue.
Golpe de mesa
No meio da fumaça, Felipe Piscina enxergou oportunidade e já começou a articular sua reeleição à presidência da Câmara.
Nos bastidores, dizem que teve aliado levando tapinha nas costas… sem perceber que a jogada já tinha mudado de lado.
Linha de fogo
O vereador Marcelo Pereira puxou a fila na defesa dos moradores da faixa territorial atingida pela futura duplicação da Rio-Santos.
A iniciativa acabou arrastando quase toda a Câmara de Caraguá para apoiar o requerimento enviado ao prefeito Mateus Silva.
A cobrança agora é clara: explicações e, se possível, uma alternativa que não deixe morador no acostamento da história.
Economia inesperada
O concurso público da Câmara de Caraguá bateu recorde de inscrições e virou combustível para a economia local em plena temporada chuvosa.
Hotéis cheios, restaurantes movimentados e comércio agradecendo.
Nos bastidores, dizem que o sucesso ainda colocou o presidente Antonio Carlos Junior sob os holofotes — o que, claro, não agradou alguns setores da oposição.
Radar político
Pela orla de Caraguatatuba, comenta-se que o ex-prefeito Aguilar Junior tem aparecido cada vez mais em eventos públicos — especialmente nos que expõem fragilidades do serviço público.
Tem gente interpretando como simples presença… e tem quem veja recado aos navegantes.
Maré mansa
Em Ubatuba, enquanto a prefeita Flávia Pascoal toca a administração, tem oposicionista esperando a maré virar sozinha.
O problema é que política não é pesca de barranco: quem não entra na água volta para casa sem história para contar.
Aliás, se for real a dinheirama anunciada pelo marketing oficial, ou Ubatuba nunca mais terá problema de infraestrutura… ou dá para construir outra cidade.
Eco político
Em Guará, o nível de artilharia contra o prefeito Junior Filippo deve baixar nas próximas semanas.
Cansado de levar chumbo grosso no peito, dizem que resolveu retomar o caminho da imprensa doméstica. Até porque, na política, quando a oposição encontra espaço vazio, ocupa rapidinho — e o feitiço costuma virar contra o feiticeiro.
Milagre político
Na Capital da Fé, enquanto o prefeito Zé Louquinho mantém a rotina administrativa articulando o que as condições permitem, tem oposicionista esperando um milagre eleitoral cair do céu.
O detalhe é que milagre costuma exigir fé… e trabalho.
Suspense eleitoral
Enquanto Sylvio Ballerini segue tocando o governo, alguns aspirantes ao cargo treinam discurso de mudança.
O eleitor, porém, ainda tenta entender se é projeto político… ou apenas ensaio para 2028.
Puxão institucional
Em Lorena, para resolver entreveros entre vereadores, o velho estilo “tapas e beijos” parece ter ficado para os fracos. A moda agora é o puxão de orelha.
Pelo menos foi o que registraram as câmeras de monitoramento da Câmara: a orelha do vereador Maurinho Fradique quase virou patrimônio público nas mãos da vereadora Dra. Rita Marton.
Teve gente dizendo que, se a discussão continuasse mais alguns segundos, o debate sairia da tribuna direto para o otorrino.
A Europa bate à porta
Bloco em formação
As recentes reuniões que aproximaram os vereadores Tão e Bruno Lorena da presidente Élida Vieira acenderam o radar no Legislativo lorenense.
Somados a Bruno Camargo, Beto Pereira, Pastor Milton e Maurinho Fradique, e possivelmente também Washington da Saúde e Silvio Cadeirante, o grupo já desenha números capazes de pavimentar a reeleição da atual presidente da Câmara.
Nos corredores, o recado é claro: quem ficar fora do bloco pode acabar assistindo à próxima legislatura das cadeiras do fundo.
Porque, em política, espaço vazio raramente fica sem dono… e sempre aparece algum “camiquase” disposto a se lançar na missão.
Ressurreição
Em Cruzeiro, a temporada política mirando 2028 já começou a dar sinais.
Quem voltou a circular com desenvoltura pelas ruas foi o ex-vereador Beto do Renato.
Entre eventos promovidos por sua empresa funerária, o político tem distribuído abraços, posado para fotos e reforçado a proximidade com a população.
Vida após o silêncio
Nos bastidores, a leitura é quase unânime: depois de um bom tempo fora do radar, Beto parece decidido a sair do “silêncio eterno” da política.
Se a estratégia vai ressuscitar sua carreira eleitoral ainda é cedo para dizer… mas que voltou a aparecer, disso ninguém duvida.
Aquecimento eleitoral
Enquanto 2028 ainda parece distante no calendário, dentro da Câmara de Cruzeiro o clima já é de pré-temporada.
O presidente da Casa, Paulo Filipe, anda animado como técnico que começa a montar o time bem antes do campeonato.
Afinando a dupla
Nos corredores da política local, chama atenção a sintonia cada vez maior entre Paulo Filipe e o vereador Sérgio Antônio, que nunca escondeu o interesse em disputar a majoritária no futuro.
Para o povo da política — e principalmente para o povo da fofoca — a pergunta é quase automática: será que até lá alguém troca de barco antes da maré virar?
Trono inquieto
Antes mesmo de assumir oficialmente a presidência da Câmara de Cruzeiro, Babu Branco já sente que o trono pode não ser tão confortável quanto imaginava.
O rumor de um possível “tapetão” para manter Paulo Filipe no comando mudou de roteiro nos bastidores.
Agora se fala até em nova eleição para a presidência.
Punhal discreto
No meio desse caldeirão político apareceu, quase do nada, o nome da vereadora Tati do Nascimento como possível candidata ao comando do Legislativo.
Ninguém consegue explicar direito quem mexeu a panela, mas tem vereador jurando que o punhal não veio da oposição… e sim de alguém sentado bem perto de Babu.





