terça-feira, janeiro 20, 2026
InícioPolítica a Conta-GotasPolítica a conta-gotas

Política a conta-gotas

Coluna Política

- Anúncio -
Google search engine
- Anúncio -
Google search engine
Tempo de leitura: 4 min

Tabuleiro em ebulição

Em Silveiras, embora a reeleição de Edson Mota seja tratada como carta marcada, o prefeito pode bagunçar o jogo se decidir surpreender. Não está descartada a indicação do próprio filho para a sucessão, enquanto ele miraria novamente a Prefeitura de Cachoeira Paulista.

Lá, o clima já é de guerra aberta. Breno Anaya promete defender o segundo mandato com unhas e dentes, atento a cada movimento de Aurélio Hummel, que, dizem nos bastidores, já espalha cascas de banana pelo caminho para ver quem escorrega primeiro.

Duas cidades, um mesmo roteiro: ninguém dorme tranquilo e o jogo começou bem antes do apito.


DNA urbano

Na discussão sobre os buracos que tomam conta de algumas ruas de Guará, alguém foi além da reclamação comum e propôs um teste de DNA. O resultado, dizem nos bastidores, apontaria paternidade antiga: Marcus Soliva e até Francisco Carlos. Ou seja, a indignação pode ser nova, mas os buracos são herança de família — velhos conhecidos que só mudaram de endereço, não de origem.


Guia que incomoda

A criação do Guia Municipal de Inclusão em Guaratinguetá, idealizado pela vereadora Tatiana Antunes, colocou a causa autista no centro do debate com algo raro na política: entrega concreta.

A ferramenta orienta famílias de pessoas com TEA, TDAH e outras deficiências e mostra que mandato também se constrói com autoria. De quebra, o guia passou a incomodar colegas mais afeitos a aparecerem sorrindo em fotos alheias do que a deixar marca própria no plenário.


Quando o silêncio fala

Dois empenhos, mesmo fornecedor, mesmo serviço, mesma dispensa, mesmo exercício. Separados no papel, somados no valor. O roteiro é velho, a conta, conhecida.

O que mais chama atenção, porém, é o silêncio do plenário: nenhum requerimento, nenhuma pergunta, nenhuma curiosidade institucional. A contratação saiu da presidência da Câmara de Cachoeira — leia-se Felipe Piscina —, mas a omissão é coletiva. Curioso como a cobrança por transparência ao Executivo some quando o espelho aponta para a própria Mesa.


Entrega que incomoda

Três projetos do prefeito Mateus Silva vêm chamando atenção — e causando coceira em adversários próximos e nem tão distantes do gabinete. São 1.890 novas moradias, incluindo famílias hoje em áreas de risco, a reforma completa dos espaços educacionais e um pacote robusto na Saúde, que vai de novas UBS à modernização de equipamentos, com direito a 147 aparelhos de ar-condicionado para dar dignidade a usuários e profissionais.

Enquanto a população aplaude, tem gente torcendo o nariz. Sinal clássico de quem anda perdendo espaço — e, com certeza, o jogo.


Cofre cheio, pedágio armado

Ilhabela deu mais um passo para implantar a Taxa de Preservação Ambiental (TPA). Com a ordem de serviço assinada por Toninho Colucci, o sistema entra em operação em até dez dias e abre caminho para a cobrança.

A justificativa é simples: preservar o patrimônio natural e organizar o impacto do turismo. Mesmo com orçamento robusto, a escolha foi política — dividir a conta. Quem vem, usa e gera impacto, contribui. No fim, o turista ajuda a pagar pelo lixo que deixa e pela conservação da ilha. Um modelo que tende a virar referência — e a inspirar cópias.


Jogo travado

O TCE-SP puxou o freio em um edital de R$ 2 milhões da Prefeitura de São Sebastião para atividades esportivas comunitárias. Prazos curtos, exigências pouco usuais e falhas técnicas levaram o Tribunal a recomendar a suspensão da homologação até novos esclarecimentos.

Nos bastidores, porém, corre que boa parte das provocações contra o prefeito Reinaldinho teria origem em uma fonte já conhecida do circuito político, especialista em acionar órgãos de controle quando o jogo não lhe favorece. Coincidência… ou alguém jogando para travar a partida?


Termômetro fervendo

No velho e confiável “boca a boca”, o tabuleiro de Lorena para 2028 já começa a esquentar. Se fosse hoje, o duelo estaria desenhado entre Marietta Bartelega e Fábio Marcondes, direto e sem anestesia.

Outros nomes rondam os bastidores — Renato Marton, Vaguinho e o desempenho de Élida Vieira no Legislativo entram na conta. O detalhe? Tem gente dissimulando cedo demais… e gente suando frio ao perceber que o jogo promete ser pra valer.


Jogo aberto

No tabuleiro de Guaratinguetá, a leitura mais recorrente nos bastidores é clara: o principal concorrente de Junior Filippo em termos de reeleição atende pelo nome de Marcus Soliva.

Mas o jogo não se resume a dois. Dani Dias já bate perna pela periferia, Régis Yasumura aparece em todas as missas possíveis, e ainda correm sondagens discretas a dois médicos que podem elevar a temperatura da disputa: Dr. Rômulo Barros e Edson Riccomi.

Resumo da ópera: o clima já esquentou, as cadeiras ameaçam ser puxadas…


Largada embaralhada

Em Cruzeiro, o tabuleiro eleitoral já se organiza por faixas. Na pista principal, tudo indica Kleber Silveira com Diego Miranda colado no retrovisor. Na segunda fila aparecem Paulo Vieira, Paulo Felipe e, muito provavelmente, Juarez Juvêncio.

No bloco da “piada pronta” segue Fafá, ainda inconformado com a última derrota, enquanto Ana Karin reaparece em modo oscilante: ora pré-candidata, ora aliada — conforme o ângulo da foto.

Em Cruzeiro, uns aceleram, outros insistem… e alguns ainda não perceberam que a corrida segue em andamento.


Disputa paralela

Em Pindamonhangaba, o cenário segue confortável para a reeleição de Ricardo Piorino. Não por falta de nomes, mas por excesso de vaidade: quem poderia formar uma coalizão realmente ameaçadora prefere disputar o espelho.

Enquanto isso, a classe política mais atenta observa com curiosidade o racha da chamada “segunda largada” — aquela que vale, no máximo, o segundo lugar. A dúvida do momento é se Herivelton Vela assume o protagonismo ou se Rafael Goffi, mesmo rompido com Piorino, ainda consegue capitalizar a força que mantém por meio da esposa, Ana Paula, com assento garantido na Câmara.

No fim das contas, muito esforço, muita pimenta… para decidir quem chega depois.


Antídoto contra falácia

O vereador Everton Chinaqui respondeu de forma indireta — e precisa — às acusações da oposição sobre supostos atrasos nos repasses à Santa Casa de Pindamonhangaba.

Em vez de texto ou postagem, gravou vídeo dentro do hospital mostrando o início das obras do Centro de Especialidades Médicas, ao lado do Pronto-Socorro. O recado foi simples: quem investe, constrói e amplia a saúde não costuma abandonar compromissos.

Nos bastidores, a cena fala mais alto que qualquer postagem — e desmonta, em poucos segundos, a narrativa que tentaram emplacar.


Comando regional

O prefeito Sylvio Ballerini foi eleito presidente da Agência Ambiental do Vale do Paraíba para o biênio 2026–2027, tendo como vice o prefeito Anderson José Mendonça, de Santo Antônio do Pinhal.

A escolha sinaliza não só renovação no comando do consórcio, mas também um recado claro de fortalecimento político e institucional da pauta ambiental na região.

A adesão de Guaratinguetá e Caçapava ao grupo reforça o peso do arranjo regional, que passa a atuar com mais musculatura na integração de políticas públicas e na busca de soluções conjuntas para desafios que não respeitam limites municipais.

Nos bastidores, a leitura é simples: quem comanda a agenda ambiental comanda também parte do debate do desenvolvimento regional.

- Anúncio -
Google search engine
RELATED ARTICLES

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

- Advertisment -
Google search engine

Mais Popular

Comentários Recentes